As palavras se perdem do meu cérebo até meus dedos...
Sentei aqui na frente do computador com a intenção de escrever sobre algo que me perturbou uma boa parte da noite de ontem, mas desde que me pus a escrever fiquei dando círculos em volta de meia dúzia de palavras... e de uma hora pra outra falar sobre o assunto e minhas indagações ficou sem lógica...
Lembrei dessa frase que usava no MSN há um tempo atrás: as palavras se perdem do meu cérebro até os meus dedos... e dessa frase do Mário Quintana: “A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita.”
Decidi então deixar a inquietação dela do e continuar falando sobre meu stress dominical - quebrado semana passada com a viagem à Ariquemes.
Esse domingo que promete...
PROMETE SER CHATO PRA C...
Falar nisso outro dia li em algum blog (que minha memória de peixe não permite mencioná-lo) que muitas pessoas que não gostam do domingo por ser ante-sala da segunda... ham... isso faz sentido, mas no meu caso comecei a não gostar de domingos depois de vir morar em Rondônia, pois a solidão que toma conta de mim esse dia faz lembrar dos domingos na minha casa... do cheiro do café que vinha da cozinha e que me despertava da letargia e da vontade de continuar no escurinho do meu cantinho, depois escolha do biquine que combinasse com a saída de praia e com a bolsa e a melissa pra ir à praia, do sorvete no finalzinho da tarde e da missa às 19 pra encerrar o dia...
A ausência de tudo isso, que parece tão monótono, me fez perceber que a VERDADEIRA FELICIDADE é simplicidade das coisas.



- Pior sentimento do mundo?
Um comentário:
Pois é, Jak... não conseguimos voltar à simplicitude da vida.
Sinceramente, eu bem q gostaria de estar num lugarzinho longe assim como o q vc está. Meu sonho de consumo é o Alasca.
Mas acho q tb pode ser o meu humor...
Beijos
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